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Mensagem  Dean em Sab Jun 03, 2017 11:40 pm


A S . M A R C A S . D A . G U E R R A


Salão dos Ferrões, Arenito - 159DC






O castelo Qorgyle acordara muito mais cedo que de costume. Gente correndo pra lá e pra cá, os cavaleiros acordavam seus homens e toda a força sob comando de Lorde Qoren preparava-se nas muralhas e torres. Aron era um guerreiro muito experiente, mas até em seus olhos era possível encontrar apreensão com a chegada de visitantes estranhos no meio da noite. Ele acompanhou Sor Donnel e tinha como missão descobrir tudo que podia sobre os recém chegados, para que seu Senhor soubesse com quem estava tratando.






________Homens acendiam as lamparinas do Salão dos Ferrões quando Lorde Qorgyle e a Senhora Alyse tomaram seus lugares nos respectivos cadeirões. Soldados estavam de guarda na porta e por toda extensão daquele grande cômodo... não era hora de relaxar as armas, Dorne era terra de guerra e a espada o único método de resolver uma discussão. Vozes não eram ouvidas, apenas o som das pessoas realizando seus afazeres o mais rápido possível. Toda a pompa havia sido deixada de lado e todos estavam curiosos para saber o que iria acontecer. O Meistre estava em pé ao lado do Lorde e Sor Ulrick Dalt - com espada em punho - em frente ao cadeirão, junto com outros dois renomados cavaleiros de Arenito.





________Após longos minutos - que mais pareciam horas - a porta do salão abriu-se com um estrondo. Os soldados se puseram em posição de combate e uma mulher deixou escapar um grito estridente que assustou a todos. O medo no coração das gentes de Arenito deu lugar à felicidade quando Aron Sand entrou no salão de mãos dadas com um menino. Era Gulian o filho de Lorde Qoren e Senhora Alyse. O pequeno se soltou do tio e correu por entre as lanças em direção aos pais. Paz se instaurou no ar e muitos sorriam com a maravilhosa surpresa que a noite havia trazido.





________ - São verdadeiros homens de Tombastela meu Senhor - disse Aron aliviado. Às suas costas caminhavam cerca de vinte homens, que haviam abandonado os mantos negros e ostentavam armaduras reluzentes e túnicas com as cores de Dayne - Este é Sor Ulrick Dayne, sobrinho de Lorde Beric Dayne e herdeiro de Tombastela - um homem esguio de olhos azuis tomou a frente, vestia armadura prateada e no manto um brasão pessoal parecido com o de sua Casa.





________Sor Ulrick aguardaria pacientemente até que a família pudesse digerir tudo que estava acontecendo e só então, responderia as possíveis perguntar de Lorde Qorgyle e diria o que mais lhe trouxera à Arenito.











Desculpe a demora. A lista de NPC's em suas fichas foi atualizada.


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Mensagem  Dean em Dom Jun 04, 2017 2:44 am




Escolta – o disfarce – segunda parte. 





     O caminho seria longo, o calor maltratava incessantemente todos os envolvidos na missão, os policiais hora ou outra retiravam de seus pertences garrafas cheias d’água para refrescarem-se, os bandidos fugitivos adotavam uma postura cansada, caminhavam cabisbaixos e tentavam ignorar o Sol ardiloso nas costas, por mais que Kaizou fosse frio e não demonstrasse muito o que sentira, sabia do sofrimento dos homens que estavam sendo transportados.


Passou-se quase duas horas de viagem, o astro atingia seu pico e as estradas queimavam até os mais bem calçados, pararam próximos a uma clareira qualquer para descansar um pouco as solas e pernas, os policiais – maioria fora de forma – estavam ofegantes e seus rostos pingavam suor.


– Irei buscar água. – Hon, o policial veterano que parecia liderar o time de policiais findou. Havia um balde velho e sujo de madeira encostado em uma das árvores, iria servir bem como cantil. O Shimura estava inquieto, sentira uma má sensação desde o momento no qual avistou os bandidos, todos estavam com aparências inexpressivas e sequer abriram a boca durante toda a viagem.


– “Esquisito. Não é muito normal bandidos comportarem-se tão bem como estes... Talvez seja minha inexperiência com esse tipo de caso, de qualquer modo irei ficar de olho neles.” – O garoto repousava tranquilo sobre um dos galhos, apoiou as costas no tronco rígido de madeira e descansou a cabeça sobre as mãos apoiadas na nuca. Mesmo relaxado, Kaizou não deixara de prestar a devida atenção nos meliantes, mesmo os policiais fazendo a vigia, um bom ninja jamais baixaria a guarda.


 Voltei! Aqui está à água para vocês, por sorte o rio não era muito longe e a água estava fresca. – Hon retornou com o balde cheio de água, os policiais dirigiram-se ligeiramente com direção ao cantil com a água, os três meliantes permaneciam cabisbaixos, inertes e sem dizer sequer uma palavra. – Você não vai beber, Kaizou-san? – O policial questionara o menino.


– Não, estou sem sede, mas agradeço pelo convite. – O garoto fora formal.


  Mas que pena... Teremos que fazer da maneira mais difícil. – Hon sorriu. Todos os policiais que beberam da água trazida por ele caíram de bruços sobre o mato seco no solo, contorciam-se agoniados enquanto espremiam as gargantas sentindo-se sufocados. – Vou ser rápido, preciso seguir com o plano.– O homem findou, balançou discretamente o dedo indicador, polegar e mindinho de sua mão canhota, os três supostos bandidos ergueram suas faces.


– Então era isso... Bonecos? Que policiais estúpidos. – Kaizou notara na face dos três homens algemados, que na verdade não eram homens e sim marionetes. – Por isso não reclamaram, mesmo andando descalços nessa quentura absurda, nem pediram água ou disseram algo... Miserável, elaborou um belo plano. – O Shimura pudera fazer a leitura perfeita de toda a trama e mesmo que Hon estivesse admirado, não diria nada a respeito.


– Foi bom você não ter bebido essa água mesmo, quero testar suas habilidades antes de transformá-lo em uma marionete humana! – Meneou novamente os dedos, as algemas abriram-se libertando os membros superiores e posteriores dos objetos de batalha, logo empós seguiram em conjunto para atacar o garoto na árvore.


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